Happy Birthday Mickey Mouse
O Mickey Mouse pode não envelhecer, mas o seu bilhete de identidade assegura que faz hoje 80 anos. Numa vida dedicada a arrancar sorrisos aos mais pequenos, o pequeno rato já procedeu a algumas retoques estéticos, nomeadamente nas orelhas, no nariz e nos olhos. Sim, os ratos também gostam de se manter jovens e atraentes. Admirador de calções curtos de cor vermelha, sapatos amarelos e luvas brancas, é uma personagem por excelência de Walt Disney. Apareceu pela primeira vez, no dia 18 de Novembro de 1928, num cinema de Nova York, onde foi exibida a curta-metragem “Steamboat Willie”. Naquela época, os seus olhos eram pontos negros, as suas orelhas largas, a cor da pele era branca (o rosado só surgiu a partir de 1935). O rato mais famoso do mundo, cuja voz original era a do próprio Disney, é hoje um símbolo da cultura norte-americana. A sua imagem representa um dos grandes impérios históricos do merchandising mundial, depois de surgir em dezenas de filmes, curta-metragens e séries de televisão. Em muitos dos seus trabalhos, aparece junto da sua namorada Minnie e amigos, como o Pateta, Pato Donald e o seu animal de estimação, Pluto. O nascimento de Mickey Mouse foi fruto de uma casualidade, visto que a primeira personagem de Disney foi o Coelho da Sorte, chamado Oswald. Contudo, por problemas legais de direitos, acabou por se transformar num rato. Com Oswald na cabeça, Disney e o seu animador Ub Iwerks desenvolveram a ideia de dar forma ao roedor. O primeiro desenho de Mickey é obra de Iwerks. O seu primeiro nome foi Mortimer, ideia de Lilly, mulher de Disney, mas rapidamente adoptaram o nome de Mickey. Em 1932, a Academia de Hollywood premiou Walt Disney com um Oscar Honorífico pela criação desta personagem. Ao longo dos tempos, Mickey converteu-se no primeiro desenho animado que possui uma estrela no Passeio da Fama de Hollywood, quando se comemorou o 50 aniversário do seu nascimento, em 1978. Nos dias de hoje, permanece activo na Televisão, onde Jim MacDonald (1947 a 1977) e Wayne Allwine (1977 até hoje), se encargaram de lhe dar a voz. Para acompanhar as aventuras deste rato maravilha, deveram ligar a vossa televisão no canal do Disney Channe. Parabéns Sr. Mickey!





Sonho realizado?
Eu estou contente em estar convosco no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.
Há mais de cem anos, um grande Americano, cuja simbólica sombra nos cobre, assinou a Proclamação da Independência. Este decreto foi como um farol de esperança para milhões de escravos negros, tocados pelas chamas da injustiça. Foi como um alegre raiar do dia no final de uma longa noite de cativeiro. Mas cem anos mais tarde temos de encarar o facto de que o Negro ainda não é livre.
Cem anos mais tarde, a vida do Negro ainda está tristemente entrevada pelas amarras da segregação e pelas correntes da discriminação. Cem anos mais tarde, o Negro vive numa triste ilha de pobreza, no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o Negro ainda definha nas margens da sociedade americana e encontra o exílio na sua própria terra.
Por isso viemos aqui hoje para mostrar o dramatismo de uma situação chocante. Num dado sentido, podemos dizer que viemos descontar um cheque à capital da nossa nação. Quando os arquitectos da nossa república escreveram as maravilhosas palavras da Constituição e da Declaração da Independência, estavam a assinar uma promissória que obriga todo o americano.
Esta promissória era a promessa de que a todos os homens seriam garantidos os direitos inalienáveis da vida, da liberdade e da busca da felicidade. É óbvio que hoje a América falhou no cumprimento dessa promissória no que diz respeito aos seus cidadãos de cor. Em vez de honrar essa obrigação sagrada, a América deu ao povo Negro um cheque sem cobertura, que foi devolvido com a indicação de “não ter fundos suficientes”. Mas recusamo-nos a acreditar que o banco da justiça esteja na bancarrota. Recusamo-nos a acreditar que não há fundos suficientes nos grandes cofres da oportunidade desta nação.
Por isso viemos descontar este cheque - um cheque que nos dará as riquezas da liberdade e a segurança da justiça. Também viemos a este local sagrado para recordar a América da urgência do agora. Não é tempo para aceitar o luxo do esmorecer ou de tomar a droga tranquilizante do gradual. Agora é o tempo de nos erguermos do vale escuro e desolado da segregação para o caminho iluminado da justiça racial. Agora é o tempo de abrir as portas da oportunidade a todos os filhos de Deus. Agora é o tempo de libertar a nossa nação das areias movediças da injustiça racial e alcançar as rochas sólidas de fraternidade.
Seria fatal para a nação ignorar a urgência do momento e subestimar a determinação do Negro. Este Verão abrasador do descontentamento legítimo do Negro não passará até chegar o Outono revigorante da liberdade e da igualdade. 1963 não é um fim, mas um princípio. Aos que esperam que ao Negro bastasse descomprimir e que agora se irá contentar espera-os um rude acordar, se a nação regressar às tarefas do dia-a-dia. Não haverá descanso ou tranquilidade na América até que ao Negro sejam garantidos os seus direitos de cidadania.
Os turbilhões da revolta continuaram a abalar as fundações da nação até que nasça o dia claro da justiça. Mas há algo que tenho de dizer ao meu povo que está no morno limiar da porta que leva ao palácio da justiça. No processo de alcançarmos o lugar que nos é devido, não podemos ser culpados de actos errados. Não procuremos saciar a nossa sede de liberdade bebendo da taça da amargura e do ódio.
Temos de conduzir sempre a nossa luta no plano elevado da dignidade e da disciplina. Não podemos deixar que a criatividade do nosso protesto degenere em violência física. Uma e outra vez temos de nos levantar às alturas em que a força da alma combate a força física.
Esta maravilhosa nova militância que envolveu a comunidade Negra não nos pode levar à desconfiança de todos os brancos, pois muitos dos nossos irmãos brancos, como se pode ver pela sua presença aqui, hoje, já se aperceberam de que o seu destino está ligado ao nosso destino e que a sua liberdade está inextricavelmente ligada à nossa liberdade.
Não podemos caminhar sozinhos. E ao caminharmos, temos de fazer o juramento de caminharmos para a frente. Não podemos voltar atrás. Há os que perguntam aos lutadores pelos direitos civis: “Quando é que estarão satisfeitos?”, nunca poderemos estar satisfeitos enquanto os nossos corpos, cansados com o esforço da caminhada, não possam alojar-se nos motéis das estradas e nos hotéis das cidades. Não podemos estar satisfeitos enquanto a mobilidade básica do Negro for ir de um ghetto pequeno para um maior.
Nunca poderemos estar satisfeitos enquanto um Negro do Mississippi não puder votar e um Negro de Nova Iorque acreditar que não tem em quem votar. Não, não estamos satisfeitos, e não estaremos satisfeitos enquanto a justiça não correr como a água e a integridade não correr como um poderoso rio.
Não ignoro que muitos de vós vieram aqui com grandes dificuldades e tribulações. Alguns de vós acabaram de sair de celas estreitas. Alguns de vós vieram de locais onde a vossa busca pela liberdade vos deixou abatidos pelas tempestades das perseguições e arrasados pelos ventos da brutalidade policial. Vós fostes os veteranos do sofrimento criativo. Continuai a trabalhar com a fé de que o sofrimento injusto é redentor.
Voltai para o Mississípi, voltai para o Alabama, voltai para a Geórgia, voltai para o Louisiana, voltai para os ghettos e os pardieiros das nossas cidades do Norte, sabendo que, de algum modo, esta situação pode mudar e mudará. Não entremos no vale do desespero. Digo-vos hoje, meus amigos, que apesar das dificuldades e frustrações do momento, eu ainda tenho um sonho. É um sonho que tem raízes fundas no sonho americano.
Eu tenho um sonho que um dia esta nação se erguerá e viverá a verdadeira altura do seu credo: “Cremos que estas verdades são evidentes: todos os homens são iguais”.
Eu tenho um sonho que um dia, nas colinas vermelhas da Geórgia, os filhos dos antigos escravos e os filhos dos antigos donos de escravos se sentarão juntos numa mesa de fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, mesmo o Estado do Mississípi, um Estado-deserto, queimado pelo calor da injustiça e da opressão, se transformará num oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que um dia os meus quatro filhos viverão numa nação onde não serão julgado pela cor da sua pele, mas pela força do seu carácter.
Eu hoje tenho um sonho.
Eu tenho um sonho que um dia, o Estado do Alabama, onde os lábios do governador deixam presentemente pingar as palavras da interposição e da anulação, se transformará numa situação em que os rapazinhos e as raparigas negras poderão dar as mãos a rapazinhos e raparigas brancas, e caminharão juntos como irmãos.
Eu hoje tenho um sonho.
Eu tenho um sonho que um dia cada vale se elevará e cada colina e montanha se aplanará, os locais agrestes serão alisados e os locais tortuosos serão endireitados, e a glória do Senhor se revelará, e todos o verão.
Esta é a nossa esperança.
Esta é a fé com que regressarei ao Sul.
Com esta fé transformaremos a montanha do desespero numa pedra de esperança.
Com esta fé transformaremos o desafinar de uma nação numa bela sinfonia de fraternidade.
Com esta fé poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, ser presos juntos, erguer-nos pela liberdade juntos, sabendo que um dia seremos livres.
Esse será o dia em que todos os filhos de Deus poderão cantar com um novo significado: “Meu país, é tua, doce terra da liberdade, eu te canto. Terra onde os meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos, que, de cada lado da montanha, ecoe a liberdade”. E se a América tiver de ser uma grande nação, isto terá de se tornar verdade. Por isso, que a liberdade ecoe do alto cume das colinas de New Hampshire.
Que a liberdade ecoe das poderosas montanhas de Nova Iorque.
Que a liberdade ecoe das montanhas Alleghenies, da Pensilvânia!
Que a liberdade ecoe das Rockies, as montanhas nevadas do Colorado!
Que a liberdade ecoe dos picos da Califórnia!
Mas não basta: que a liberdade ecoe da Stone Mountain da Geórgia!
Que a liberdade ecoe da Lookout Mountain, do Tennessee!
Que a liberdade ecoe de cada colina e cada elevação do Mississípi.
Que, de cada lado da montanha, ecoe a liberdade.
Quando deixamos ecoar a liberdade, quando a deixamos ecoar de cada vila e de cada aldeia, de cada Estado e de cada cidade, apressamos o dia em que todos os filhos de Deus, homens negros e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, darão as mãos e cantarão o antigo espiritual negro: “Finalmente livres! Finalmente livres! Obrigado, Deus Todo Poderoso, somos finalmente livres!”.
(Martin Luther King, Discurso proferido nos degraus do Lincoln Memorial, em Washington D.C., a 28 de Agosto de 1963)

Choose Now!Die Later!
Este post é para todos aqueles que ainda estão vivos. A empresa Creative Coffins apresenta uma solução “verde” para quem deseja um funeral prático e com distinção. Amigos do ambiente, o caixão é feito com um material livre de produtos tóxicos, conhecido por Compakta. Este material pode ser utilizado em enterros e cremações. Interessante e original é o vasto conjunto de caixões disponíveis para combinar com o infeliz defunto. Se quiserem, podem trazer os vossos desenhos de casa! Agora…para além de amigo do morto, também podemos ser amigos do ambiente.
Via: Design Pumpa













New York Halloween Pet Parade 2008
No dia 26 de Outubro, Nova Iorque foi palco do “Tompkins Square Halloween Dog Parade”. Estas são algumas das melhores fotografias do evento. Até aqueles cães com pilhas têm graça!
























Energy [R]evolution
Inserido no lançamento da nova campanha do Greenpeace “Energy [R]evolution”, este vídeo define um plano global para um futuro sustentável. Mostra-nos o caminho que deveremos percorrer, o que fazer para evitar desastres provocados pelas alterações climáticas. Desenvolvido por especialistas do “Institute of Technical Thermodynamics” no “German Aerospace Centre (DLR)” e por cientistas e engenheiros de diversas Universidades, Institutos e indústrias da área de energias renováveis.
Se John F. Kennedy fosse vivo, seria esta a sua mensagem? Nunca saberemos.
Via: Osocio
Art de Toilette
Wendy Gold é a autora destas extraordinárias balanças. Alegres e bem dispostas, acredito que vão ajudar a ultrapassar alguns quilos a mais que alguns de vocês apresentam! Gostei expecialmente da balança para grávidas. Original, se conhecem alguém que esteja grávida até ao Natal…aqui está uma boa prenda. É possível configurar as balanças ao nosso gosto. Para tal, basta visitar o site Art de Toilette.










Made in China
“Made in China” é um pequeno filme que nos mostra o quanto estamos dependentes da China. Tudo o que surge neste vídeo, desde equipamentos desportivos a dispositivos electrónicos são produtos Made in China. Supreendidos?
Via: Sundande Channel
Eles
Mas que circo é este? Mas que estranhos fantasmas são estes que subressaem desta imensa escuridão?
Eles são nós mesmos e eles são “Eles”. São obra de Danny Treacy. Representam fragmentos da sua imaginação e desejo. São feitos de roupas velhas recuperadas de locais distantes como as florestas e lixeiras repugnantes. As roupas são redesenhadas, reformuladas, remodeladas com o objectivo de criar monstros. São a desgraça de uma passagem de modelos, apesar da extravagância demonstrada sem qualquer pudor.
Eles pertencem ao desconhecido, o anónimo, o perdido, o bêbado, o incapacitado…o morto. São o lado mais sinistro de quem festeja o carnaval. São a música que ninguém deseja ouvir. Eles gostam de nos confrontar e desafiar. Aproveitam tudo na nossa presença, na nossa existência.
A sua identidade está mascarada, protegida. Eles são um espaço confinado da sua transgressão. Eles foram feitos para isso mesmo. Eles estão em muitos sítios. Apresentam poses de Frankesntein, de fíguras de filmes B. São amigos dos Surrealismo, gritando pela anarquia, suspirando a perversão. São colagens, remisturas melodramáticas, horripilantes mas por vezes simpáticas.
Eles são os fatos, as jeans, as luvas de borracha. Eles são quem trabalha. Eles são quem dança. Nos intervalos, são actores pornográficos, onde o sexo deixa de ter segredos. Eles são os soldados. Eles têm a armadura e o equipamento. Eles são medievais. Eles são os arruaceiros, Eles são os hooligans.
Eles estão oleados, afinados e prontos para tudo. Eles intimidam e são uma violação. Eles são os atacantes e são as vítimas. Eles são a verdade. Eles são a mentira.


















A droga mais perigosa do mundo
A metanfetamina (MA) é uma droga estimulante do sistema nervoso central (SNC), muito potente e altamente viciante, cujos efeitos se manifestam a nível central e periférico. A MA tem-se vulgarizado como droga de abuso devido aos seus efeitos agradáveis intensos tais como a euforia, aumento do estado de alerta, da auto-estima, do apetite sexual, da percepção das sensações e pela intensificação de emoções. Por outro lado, diminui o apetite, a fadiga e a necessidade de dormir. Existem algumas indicações terapêuticas para a MA, nomeadamente narcolepsia, défice de atenção hiperactiva em crianças, obesidade mórbida e descongestionante nasal. Contudo, esta droga manifesta um grande potencial de dependência e a sua utilização crónica pode conduzir ao aparecimento de comportamentos psicóticos e violentos, em consequência dos danos que pode causar a nível do SNC. A Metanfetamina é actualmente a droga mais perigosa e nefasta do mundo. É uma droga que vicia bastante mais que a heroína e a cocaína. Através de estudos científicos concluiu-se que a metanfetamina é dez vezes mais potente que a cocaína. É também muito mais barata que a cocaína.
A Montana States e outras organizações, juntaram uma série de campanhas elaboradas ao longo dos anos. O resultado é explosivo, perturbador e espero que eficaz.
Agradeço os vossos comentários. Espalhem a mensagem!
Um obrigado ao Brian.





















Obama ‘08 - Vote for Hope
Faltam duas semanas para a eleição do novo Presidente dos Estados Unidos e todas as sondagens dão a vitória ao Senador Obama. “Vote for Hope” representa mais uma manifestação de apoio a este afro-americano. Escrito por M.C. Yogi e produzido por Robin Livingston, o vídeo foi criado na “Ursa Minor Arts and Media” em San Rafael, Califórnia. O Chefe de Animação é James Curtis. Ao longo de toda a campanha, não visualizei um único vídeo, uma imagem artística ou outra coisa qualquer por parte dos apoiantes do Senador McCain. Certamente que existêm alguns trabalhos nesta área, mas não foram capazes de acompanhar ou superiorizar todos aqueles que foram produzidos pelos apoiantes de Obama. Será que os apoiantes de McCain têm acesso à internet? Estão todos no Alasca? Não é assim que se conquista a juventude…digo eu.
Please do it…
Estas regras de boas maneiras chegam através dos meus amigos da Design Pumpa. A história conta-se rapidamente. Os senhores do Metro de Tokyo, desgostosos com a educação de alguns passageiros, resolveram criar uns posters com alguns pedidos de alteração de comportamento. O resultado é simplesmente hilariante.







McCain crazy about Obama’s butt?
McCain crazy about Obama’s butt?…esta é a pergunta que está na origem da fotografia (a primeira do post) tirada pela Reuters no último debate entre os dois candidatos à Presidência dos Estados Unidos.
“US Republican presidential nominee Senator John McCain reacts to almost heading the wrong way off the stage after shaking hands with Democratic presidential nominee Senator Barack Obama at the conclusion of the final presidential debate at Hofstra University in Hempstead, New York, October 15, 2008. REUTERS/Jim Bourg (UNITED STATES) US PRESIDENTIAL ELECTION CAMPAIGN 2008″
Esta situação foi naturalmente aproveitada por mentes mais…hummm…digamos…livres e bem humoradas. As restantes fotos são exemplo disso mesmo ( © leprosorium.ru )













Wake Up, Freak Out - then Get a Grip
“Wake Up, Freak Out - then Get a Grip” é uma animação de Leo Murray sobre os porquês e consequências das alterações climáticas. É um vídeo educativo, onde as animações ajudam a entender algumas das razões que giram à volta deste tema.
Quando finalizei a visualização do vídeo, lembrei-me de Magalhães, o Computador. Não sei, mas investir em animações deste estilo seria certamente mais barato, educativo e interessante do que um computador para jogos de tetris. Tenho dúvidas de que muitas crianças deste país tenham rede na sua zona para visualizar este vídeo em condições. Tenho dúvidas de que Magalhães, o Computador, tenha capacidade para “correr” este vídeo. Tenho dúvidas de que Sócrates, o Primeiro Ministro entenda o que Leo Murray diz no vídeo.
A verdadeira Champions League
Escrevo sobre futebol. Não sobre Ronaldos, Benficas, Mourinhos, Portos, Messis, Sportings ou Abramoviches. Não! Isso fica para os ditos comentadores da bola. Aqui, no Made in Mundo, quando se fala de futebol é a sério. no seu estado mais puro e natural. A razão desta publicação chama-se Hans van de Meer. Este holandês andou pela Europa a fotografar jogos de futebol. Até aqui nada de especial. No entanto, quando esses mesmos jogos são disputados em ligas inferiores, a imagem é algo diferente, deslumbrante e por vezes insólito. Assim é a Europa, assim é o futebol (o verdadeiro).































Declaração Universal dos Direitos Humanos
Não vou perder tempo com palavras, vejam o vídeo que é bem mais interessante.
Criado por Seth Brau, produção de Amy Poncher e música de Rumspringa
Le Clochard
Alguma vês dormiram numa caixa de cartão? Provavelmente não. Contudo, para centenas de jovens que vivem nas ruas da Holanda, a SZN, fundação para os jovens sem-abrigo. está a procurar fazer alguma coisa.
“Le Clochard” representa a forma de demonstrar a razão deste projecto. As capas dos edredons e almofadas são estampadas, criando a forte ilusão de que estamos diante de simples caixas de cartão. Uma grande percentagem das vendas do “Le Clochard” vão directamente para a SZN. Com este dinheiro, será possivel garantir um futuro com alguma dignidade para estes jovens, com novas perspectivas de trabalho e a possibilidade de continuar os estudos.
Se nunca dormiram numa caixa de cartão, esta pode ser uma excelente forma de o fazer…para que outros o deixem de fazer de vez.
Erik van Loo e Peggy van Neer são os responsáveis desta iniciativa.
GOOD: The Hidden Costs of War
“In 2003 Donald Rumsfeld estimated a war with Iraq would cost $60 billion. Five years later, the cost of Iraq war operations is over 10 times that figure…”.
Baseado no livro “The Three Trillion Dollar War: The True Cost of the Iraq Conflict”.
Um vídeo de Matt Owens, Michael Schaubach, Rus Garofalo, MacKenzie Fegan, Lindsay Utz, Morgan Currie.
A música é da responsabilidade da Audio Dregs Recordings
Via: GOOD
How WordPress Has Changed My Life
“How Wordpress Has Changed My Life” representa o depoimento de Glenda Watson sobre a importância da acessibilidade à internet. Glenda tem paralisia cerebral e utiliza a plataforma Wordpress para comunicar, conhecer pessoas, trocar ideias.
Paul Newman
Paul Newman, actor, director, guionista e produtor, faleceu aos 83 anos de idade com um cancro nos pulmões.
Mito de Hollywood, Paul Newman foi candidato ao Óscar em numerosas ocasiões. Ganhou três: Um Honorífico (1985), o de melhor actor, em 1987 com a ” A cor do dinheiro” e o o Especial da Academia Prémio Humanitário “Jean Hersholt” em 1984.
Ao longo da sua carreira ganhou 36 grandes prémios e nomeado em outras 47 ocasiões. Entre os seus galardões estão o Bafta de melhor actor de 1962 com o ” O Salva-vidas; o Urso de Prata do Festival de Berlim de 1994; o prémio de melhor actor de Cannes de 1958; Diversos Globos de Ouro. O seu nome está igualmente no Passeio da Fama.
O Actor pertenceu à Escola de Arte Dramática de Yale e do Actor’s Studio de Nova Iorque, cidade que lhe abriu as portas à telesião e ao teatro.
O último filme em que aparecu foi o ” Caminho para a perdição”, em 2002, juntamente com Tom Hanks e com a direcção de Sam Mendes.
Paul Newman destacou-se pela sua actividade política e social. Criou a Fundação Scott Newman em memória do filho, destinada a proteger as victimas da droga; formou parte da Aliança para a defesa do meio ambiente; Em 1978 esteve na ONU a representar o seu país na conferência para o desarmamento; Em 1990 foi nomeado Pai do ano pela UNICEF e proposto para Governador do Estado de Connecticut.
Apesar de ter sido um dos homens mais desejados da história do cinema, o amor da sua vida foi a Joanne Woodward, com quem compartilhou a sua vida depois do casamento em 1958.
Paul Leonard Newman, filho de imigrantes, nasceu a 26 de Janeiro de 1925, Cleveland, ohio.
Obama vs. McCain
Hoje vamos poder assistir ao primeiro combate entre Obama e McCain. Tem hora marcada para as duas da manhã em Portugal, com uma duração de 90 minutos. O local escolhido para o primeiro de três debates foi a Universidade de Mississipi. Foram gastos 3,5 milhões de euros (5 milhões de dólares) para preparar o Oxford Campus para o evento. São esperados 3 mil jornalistas. O local tem um alto valor simbólico, sobretudo para Obama. Foi aqui, que em 1962 se produziu uma verdadeira batalha campal onde faleceram 2 pessoas e algumas dezenas de pessoas ficaram feridas. A razão para esta tragédia deve-se ao facto de se ter permitido o acesso de um cidadão negro na Universidade. Esse senhor é James Meredith. Só por isso…Obama já ganhou.
Repito…3,5 milhões de Euros! Para quem está em crise financeira…
Era uma vez um porquinho mealheiro
No poupar é que está o ganho. Esta é uma expressão que já todos ouvimos. Pessoalmente, e igualmente influenciado pela caixa-forte do tio Patinhas, desde muito cedo que tenho um porquinho mealheiro. Posso dizer que tenho um em casa há já muitos anos. Pelo andar da carruagem, assim vai permanecer.
Desde muito cedo, é importante ensinar as crianças sobre a poupança. Desenhado pelo mexicano Joel Escalona, este novo conceito de porquinho mealheiro vai certamente transformar o acto de juntar dinheiro muito mais divertido para a miúdagem. O Mini Pogo é a combinação de um boneco com a versão clássica do porquinho, onde se pode colocar as moedas que se roubam à avózinha. Construído em plástico e em cortiça, deverá ser um objecto de desejo por miúdos e graúdos.
Ana Lu
Não há nada mais importante do que celebrar a vida. Ontem, dia 18 de Setembro de 2008, tive o prazer de festejar o nascimento da Ana Lu. Por agora, só lhe vou desejar muita saúde e sorte…para que também ela possa celebrar a vida, todos os dias!
Zé…isto é para ti. Aproveita. Obrigado pela alegria.
Quercus | Aquecimento Global
Mais uma campanha de sensibilização para o aquecimento global? Sim, mas neste caso tem um sabor muito especial. Tudo porque é uma campanha made in Portugal. A Quercus, Associação Nacional de Conservação da Natureza, solicitou à McCann Erickson Portugal a realização deste soberbo vídeo. A direcção é de Flávio Mac. Quando queremos…somos os melhores!
Aquecimento global: Se nós desistimos, eles desistem.



































