Made in Mundo

Vídeo

Helio Vega

Nascido em Madrid, Helio Vega é um rapaz dedicado ao design e às artes audiovisuais. A sua carreira profissional foi evoluindo na agência de publicidade Zapping, enquanto completava o curso de Artes e Design Gráfico. O segredo do seu sucesso é muito simples. Helio gosta de comunicar os seus sentimentos. A conjugação de emoções com a sua arte não passou despercebida a empresas como a Canal+, Samsung, Discovery, Domestika, Microsoft e MTV. A trabalhar na capital espanhola, para além dos clientes mencionados, Helio é freelancer para a Digital Kitchen, Gearshift Studios e Jellyfish.
O trabalho que vos apresento tem o nome de “Frozen Frames”

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Just Like

Já faz algum tempo que ando para fazer referência a “Just Like”. Chega da Hungria, através de Beat Dis, e é um vídeo que foge por completo ao convencional. Por mais que o veja, não o consigo entender. Dirigido por Emil Goodman, a voz é de Judie Day. “Just Like” é um single retirado do album “Keep Still“, 2007, Chameleon Records.




Mama Lucchetti

Esta série de animações é obra dos argentinos da PepperMelon. Divertidos, os movimentos e os gestos dos bonecos são acompanhados por pausas pontuais, criando alguns momentos hilariantes. Vale a pena visitar o site, para acompanhar o desenvolvimento do projecto. É interessante avaliar a evolução, a simplicidade e os cuidados com o detalhe que a equipa da PepperMelon realizou.

lucchetti3 Mama Lucchetti


lucchetti1 Mama Lucchetti


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Falling Down

Não estás a cair. Estás a voar…até sentires o chão!

Johan Reinhold, conhecido por Form One, é um rapper Sueco. Falling Down é o terceiro single do seu último disco, intitulado Behind Blue Eyes (lançado neste mês).

O vídeo foi dirigido e fotografado (utilizando uma SOny EX1 com Lexus Extreme e uma Nikon D90) por Tonias Martinsson na Tron Media. Tobias contou com o apoio de Marcus Bergman.

Não consegui gostar da música. Mas o vídeo está genial.

Via: This is Normal




Gake no Ue no Ponyo

Escrito e dirigido pelo famoso Hayao Miyazakim, o estúdio de animação japonês Studio Ghibli apresenta o filme “Gake no Ue no Ponyo”

Será possível criar algo mais fresco do que isto?

1709 Gake no Ue no Ponyo

Globo Logos

O canadiano Julien Vallé realizou o filme “Globo Logos” para o Dia da Terra. Uma animação simples, lúdica e que remistura a animação tradicional com a animação 3D. Dedicado a Jacques Languirand, o vídeo é um dos destaques no evento mundial Globo Logos, organizado pelo colectivo Sid Lee. O grande objectivo da Globo Logos é criar um espaço onde seja possível apresentar e desenvolver ideias de forma digna e pura, independentemente da utilidade que lhes seja dada, sejam políticas, comerciais ou outras quaisquer.

Via: ViaComIT

globo_logos-julien_vallee Globo Logos




O novo Wordpress 2.7

Como já é de conhecimento da Comunidade Wordpress, o novo Wordpree 2.7 já se encontra em fase Beta 2, estando disponível para download na Wordpress.org. Sendo uma versão Beta, está sujeita a diversos ajustes e correcção de alguns bugs. Por isso, se não têm experiência suficiente com a plataforma, o melhor será esperar pela versão final. Até lá, podem apreciar este vídeo, onde é possível visualizar o novo Dashboard, com uma aparência radicalmente diferente, mas aparentemente muito mais funcional. O lançamento está para muito breve, mas como já foi adiada anteriormente, não quero avançar qualquer data.

Via: Jane Wells


Smirnoff Black - Matrioska Invaders

Matrioska Invaders é um spot publicitário (não oficial) de Gianfranco Gaioni, mais conhecido por Director Kobayahi. A viver e a trabalhar em três locais diferentes (Londres, Milão e Dusseldorf), grande parte da sua inspiração chega do Japão, da sua cultura e no Universo da animação. Nascido em 1976, Kobayahi sempre desenvolveu um apetite pelo mundo das imagens, especialmente as imagens digitais. É um apaixonado pela fotografia, filmes, animação e design gráfico. No ano transacto, trabalhou na Cinesite (Londres) nos projectos The Golden COmpass, Hellboy 2 e Bed Time Stories.

Em relação ao Matrioska Invaders, Director Kobayashi resolveu realizar um manga restyling das clássicas Matrioskas. Originais e cheias de estilo. O som chega-nos através dos M.I.A. com Paper Planes.

matrioska1 Smirnoff Black - Matrioska Invaders




Greed

Finalmente! Já não era sem tempo! Alli Sadegiani terminou a sua animação “Greed”. Como sou um tipo porreiro, tenho muito prazer em disponibilizar-vos esta pequena obra prima. Perturbador, negro, intenso…e suficientemente doido para não deixar ninguém indiferente. O som é da responsabilidade de Stefan Strandberg.

greed_snapshot2-759121 Greed

greed_snapshot-768708 Greed




Lego Spring/Summer 3001

Durante a “Paris Fashion Week” foi possível assistir em diversos canais de televisão franceses a uma passagem de modelos totalmente em 3D. A supresa está nas personagens do desfile. Legos! Uma colaboração conjunta de Jean Charles de Castelbajac e a Lego. Simplesmente genial!

Via: Trendland

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Sonho realizado?

Eu estou contente em estar convosco no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.

Há mais de cem anos, um grande Americano, cuja simbólica sombra nos cobre, assinou a Proclamação da Independência. Este decreto foi como um farol de esperança para milhões de escravos negros, tocados pelas chamas da injustiça. Foi como um alegre raiar do dia no final de uma longa noite de cativeiro. Mas cem anos mais tarde temos de encarar o facto de que o Negro ainda não é livre.

Cem anos mais tarde, a vida do Negro ainda está tristemente entrevada pelas amarras da segregação e pelas correntes da discriminação. Cem anos mais tarde, o Negro vive numa triste ilha de pobreza, no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o Negro ainda definha nas margens da sociedade americana e encontra o exílio na sua própria terra.

Por isso viemos aqui hoje para mostrar o dramatismo de uma situação chocante. Num dado sentido, podemos dizer que viemos descontar um cheque à capital da nossa nação. Quando os arquitectos da nossa república escreveram as maravilhosas palavras da Constituição e da Declaração da Independência, estavam a assinar uma promissória que obriga todo o americano.

Esta promissória era a promessa de que a todos os homens seriam garantidos os direitos inalienáveis da vida, da liberdade e da busca da felicidade. É óbvio que hoje a América falhou no cumprimento dessa promissória no que diz respeito aos seus cidadãos de cor. Em vez de honrar essa obrigação sagrada, a América deu ao povo Negro um cheque sem cobertura, que foi devolvido com a indicação de “não ter fundos suficientes”. Mas recusamo-nos a acreditar que o banco da justiça esteja na bancarrota. Recusamo-nos a acreditar que não há fundos suficientes nos grandes cofres da oportunidade desta nação.

Por isso viemos descontar este cheque - um cheque que nos dará as riquezas da liberdade e a segurança da justiça. Também viemos a este local sagrado para recordar a América da urgência do agora. Não é tempo para aceitar o luxo do esmorecer ou de tomar a droga tranquilizante do gradual. Agora é o tempo de nos erguermos do vale escuro e desolado da segregação para o caminho iluminado da justiça racial. Agora é o tempo de abrir as portas da oportunidade a todos os filhos de Deus. Agora é o tempo de libertar a nossa nação das areias movediças da injustiça racial e alcançar as rochas sólidas de fraternidade.

Seria fatal para a nação ignorar a urgência do momento e subestimar a determinação do Negro. Este Verão abrasador do descontentamento legítimo do Negro não passará até chegar o Outono revigorante da liberdade e da igualdade. 1963 não é um fim, mas um princípio. Aos que esperam que ao Negro bastasse descomprimir e que agora se irá contentar espera-os um rude acordar, se a nação regressar às tarefas do dia-a-dia. Não haverá descanso ou tranquilidade na América até que ao Negro sejam garantidos os seus direitos de cidadania.

Os turbilhões da revolta continuaram a abalar as fundações da nação até que nasça o dia claro da justiça. Mas há algo que tenho de dizer ao meu povo que está no morno limiar da porta que leva ao palácio da justiça. No processo de alcançarmos o lugar que nos é devido, não podemos ser culpados de actos errados. Não procuremos saciar a nossa sede de liberdade bebendo da taça da amargura e do ódio.

Temos de conduzir sempre a nossa luta no plano elevado da dignidade e da disciplina. Não podemos deixar que a criatividade do nosso protesto degenere em violência física. Uma e outra vez temos de nos levantar às alturas em que a força da alma combate a força física.

Esta maravilhosa nova militância que envolveu a comunidade Negra não nos pode levar à desconfiança de todos os brancos, pois muitos dos nossos irmãos brancos, como se pode ver pela sua presença aqui, hoje, já se aperceberam de que o seu destino está ligado ao nosso destino e que a sua liberdade está inextricavelmente ligada à nossa liberdade.

Não podemos caminhar sozinhos. E ao caminharmos, temos de fazer o juramento de caminharmos para a frente. Não podemos voltar atrás. Há os que perguntam aos lutadores pelos direitos civis: “Quando é que estarão satisfeitos?”, nunca poderemos estar satisfeitos enquanto os nossos corpos, cansados com o esforço da caminhada, não possam alojar-se nos motéis das estradas e nos hotéis das cidades. Não podemos estar satisfeitos enquanto a mobilidade básica do Negro for ir de um ghetto pequeno para um maior.
Nunca poderemos estar satisfeitos enquanto um Negro do Mississippi não puder votar e um Negro de Nova Iorque acreditar que não tem em quem votar. Não, não estamos satisfeitos, e não estaremos satisfeitos enquanto a justiça não correr como a água e a integridade não correr como um poderoso rio.

Não ignoro que muitos de vós vieram aqui com grandes dificuldades e tribulações. Alguns de vós acabaram de sair de celas estreitas. Alguns de vós vieram de locais onde a vossa busca pela liberdade vos deixou abatidos pelas tempestades das perseguições e arrasados pelos ventos da brutalidade policial. Vós fostes os veteranos do sofrimento criativo. Continuai a trabalhar com a fé de que o sofrimento injusto é redentor.

Voltai para o Mississípi, voltai para o Alabama, voltai para a Geórgia, voltai para o Louisiana, voltai para os ghettos e os pardieiros das nossas cidades do Norte, sabendo que, de algum modo, esta situação pode mudar e mudará. Não entremos no vale do desespero. Digo-vos hoje, meus amigos, que apesar das dificuldades e frustrações do momento, eu ainda tenho um sonho. É um sonho que tem raízes fundas no sonho americano.

Eu tenho um sonho que um dia esta nação se erguerá e viverá a verdadeira altura do seu credo: “Cremos que estas verdades são evidentes: todos os homens são iguais”.
Eu tenho um sonho que um dia, nas colinas vermelhas da Geórgia, os filhos dos antigos escravos e os filhos dos antigos donos de escravos se sentarão juntos numa mesa de fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, mesmo o Estado do Mississípi, um Estado-deserto, queimado pelo calor da injustiça e da opressão, se transformará num oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que um dia os meus quatro filhos viverão numa nação onde não serão julgado pela cor da sua pele, mas pela força do seu carácter.
Eu hoje tenho um sonho.
Eu tenho um sonho que um dia, o Estado do Alabama, onde os lábios do governador deixam presentemente pingar as palavras da interposição e da anulação, se transformará numa situação em que os rapazinhos e as raparigas negras poderão dar as mãos a rapazinhos e raparigas brancas, e caminharão juntos como irmãos.
Eu hoje tenho um sonho.
Eu tenho um sonho que um dia cada vale se elevará e cada colina e montanha se aplanará, os locais agrestes serão alisados e os locais tortuosos serão endireitados, e a glória do Senhor se revelará, e todos o verão.
Esta é a nossa esperança.
Esta é a fé com que regressarei ao Sul.
Com esta fé transformaremos a montanha do desespero numa pedra de esperança.
Com esta fé transformaremos o desafinar de uma nação numa bela sinfonia de fraternidade.
Com esta fé poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, ser presos juntos, erguer-nos pela liberdade juntos, sabendo que um dia seremos livres.

Esse será o dia em que todos os filhos de Deus poderão cantar com um novo significado: “Meu país, é tua, doce terra da liberdade, eu te canto. Terra onde os meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos, que, de cada lado da montanha, ecoe a liberdade”. E se a América tiver de ser uma grande nação, isto terá de se tornar verdade. Por isso, que a liberdade ecoe do alto cume das colinas de New Hampshire.
Que a liberdade ecoe das poderosas montanhas de Nova Iorque.
Que a liberdade ecoe das montanhas Alleghenies, da Pensilvânia!
Que a liberdade ecoe das Rockies, as montanhas nevadas do Colorado!
Que a liberdade ecoe dos picos da Califórnia!
Mas não basta: que a liberdade ecoe da Stone Mountain da Geórgia!
Que a liberdade ecoe da Lookout Mountain, do Tennessee!
Que a liberdade ecoe de cada colina e cada elevação do Mississípi.
Que, de cada lado da montanha, ecoe a liberdade.

Quando deixamos ecoar a liberdade, quando a deixamos ecoar de cada vila e de cada aldeia, de cada Estado e de cada cidade, apressamos o dia em que todos os filhos de Deus, homens negros e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, darão as mãos e cantarão o antigo espiritual negro: “Finalmente livres! Finalmente livres! Obrigado, Deus Todo Poderoso, somos finalmente livres!”.

(Martin Luther King, Discurso proferido nos degraus do Lincoln Memorial, em Washington D.C., a 28 de Agosto de 1963)

01 Sonho realizado?


Note to Self

As interpretações podem ser diversas, mas este trabalho representa um ciclo de vida entre um homem e uma nota de 10 dólares. Ao longo de diversas etapas da sua vida, o homem vai reencontrando a mesma nota, O objectivo é mostrar as suas reacções ao dinheiro.

Trabalho de Geeedeee.

Música: Broken Social Scene - Pitter Patter Goes my Heart




Body Navigation

Body Navigation é um projecto verdadeiramente interessante. Numa colaboração conjunta de Ole Kristensen, Jonas Jongejan, a coreografa Tina Tarpgaard e a Recoil Performance Group, estamos diante de uma projecção reactiva no chão…desenhada para uma perfomance de dança. Confuso? Acho que o melhor é ver o vídeo. Body Navigation foi pela primeira vez apresentado no Kaleidoskop K2 em Copenhaga. O percurso que os dançarinos realizam é acompanhado por um sistema de infravermelhos, desenhando graficamente o circuito.

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Circular Painting

Os sul-africanos da Fly on the Wall juntaram oito artistas para efectuar uma pintura circular para o Discovery Channel. Bryan Devlin, Luis Tolosana, Warren Lewis, Ree Treweek, Daniel Ting Chong, Mike Morocco, Toyah Moon Humphreys, Paul Ressel e Josh Ginsburg são os autores desta supreendente e criativa obra, muito ao estilo Rinpa Eshidan.




Monkey Bee

Jamie Hewlett (Gorillaz e “Tank Girl’) é o responsável pela existência desta obra-prima, realizada com o intuito de acompanhar o primeiro single do ambicioso “Monkey: Journey To The West”. Este álbum foi realizado com a colaboração de Damon Albarn e já está disponível no mercado através da XL Recordings.


Flying Away

Tomin Vladimir é o autor desta animação gráfica. Excelente uso da tipografia, para visualizar as palavras da canção “Flying Away” dos russos Zamza. Aconselho vivamente uma visita ao site de Tomin. Conhecido por Myaki, este jovem russo tem um portfólio muito interessante. Se procuram inpiração, façam clique…Myaki.




Relance

Já chegou às bancas uma nova aliada do Made in Mundo. Chama-se Relance e promete ser um caso sério no mundo da publicação. Com objectivos comuns ao MM, ou seja, transmitir um pouco de tudo o que há de bom em áreas como o design, moda, arquitectura, entre outros, será direccionada a um público entre os 18 e os 60 anos, exigente, viajado e com um bom nível cultural. Uma Revista de conceito, porque a vida das pessoas não é segmentada. A directora deste projecto é Diana Barroso Soares. Com um preço de capa de 4 Euros. A periodicidade é mensal e vão circular 20.000 exemplares. O rigor e o aspecto gráfico são factores fundamentais neste projecto, por isso desenvolveram uma parceria com a Uzina.

O vídeo que vos apresento constitui o anúncio publicitário para o lançamento da Relance. Objectos, que não passam de metáforas visuais que representam alguns dos temas desenvolvidos, estão a ser compressos de forma a entrarem na revista. Para o efeito, a Uzina criou uma máquina de propósito!

Ficha técnica: Agência: Uzina (Lisboa, Portugal); Director Criativo: Gustavo Suarez; Director de Arte: André Breda; Redactor: Roberto Ferraz; Director de conta: António Roquette; Produção: Garage Films (Lisboa, Portugal); Director: Enrique Escamilla; Director de Fotografia; Carlos Lopes (Cácá); Produtor Executivo: Miguel Varela; Editor: Marcos Castiel; Director de pós-produção: Marta Metrass; Pós-Produção: Ingreme (Lisboa, Portugal); Operador Phantom: Raoul Rodriguez; Produtora de SOm: Level Two Music (Austrália); Música: QUA - Painting Monsters; Compositor: Cornel Wilczek; Pós-Produção Som: Ameba (Lisboa, Portugal)

Parabéns a todos e boa sorte para este projecto!

Um grande obrigado ao André Breda!


A história da comunicação

O telemóvel está sempre presente nas nossas vidas, ocupando grande parte do nosso quotidiano. Mas como é que chegámos até aqui? Apesar da enorme evolução nos últimos 20 anos, o percurso começou a ser efectuado à uns milhares de anos atrás.

Este vídeo conta toda a história da comunicação. Produzido pela Carphone Warehouse, lider de distribuição de telemóveis no Reino Unido.

Agência: CHI; Direcção: Kristofer Strom; Produção: Blink Ink, Nicholas Wakeham, Bjorn Wahlstrom e Bart Yates; Musica: Minilogue.com




Energy [R]evolution

Inserido no lançamento da nova campanha do Greenpeace “Energy [R]evolution”, este vídeo define um plano global para um futuro sustentável. Mostra-nos o caminho que deveremos percorrer, o que fazer para evitar desastres provocados pelas alterações climáticas. Desenvolvido por especialistas do “Institute of Technical Thermodynamics” no “German Aerospace Centre (DLR)” e por cientistas e engenheiros de diversas Universidades, Institutos e indústrias da área de energias renováveis.

Se John F. Kennedy fosse vivo, seria esta a sua mensagem? Nunca saberemos.

Via: Osocio


Made in China

“Made in China” é um pequeno filme que nos mostra o quanto estamos dependentes da China. Tudo o que surge neste vídeo, desde equipamentos desportivos a dispositivos electrónicos são produtos Made in China. Supreendidos?

Via: Sundande Channel


Easy Parking

Foi a pensar em todos aqueles que têm dificuldades a estacionar o carro, que a Citroen resolveu lançar esta campanha publicitária. Intitulada “Easy Parking”, tem a direcção de FloTo.


Fumar faz mal…

O meu amigo Mapo Mapos enviou-me uma das suas criações, desta vez em formato de trilogia. São três pequenas animações com um tema central: os malefícios do cigarro. Intitulado “Trittico”, os três “short films” tem o nome de”Sfumare fa male”, “Uncubo giovanile” e “Anatomia di un killer”. Excelentes animações com o intuito de alertar para os males que o cigarrito faz à nossa saúde.




Buraka Som Sistema

Tinha prometido a mim mesmo que um dia iria fazer justiça aos Buraka Som Sistema. Lil’John, Riot e Conductor já mereciam o meu destaque, mas enquanto não encontrasse um vídeo decente da rapaziada, não seria justo referênciar nada sobre eles. Portugueses com o coração em Angola, o Kunduru é a base de todo o seu trabalho. A sua capacidade de supreender parece não ter limites e inspirados pela sonoridade do Kuduru, são já figuras de respeito no panorama musical mundial. “Black Diamond” é o seu último trabalho e o vídeo que vos apresento é intitualdo de “Kalemba - Wegue Wegue”. Os Buraka são os primeiros, quem se seguirá?




Obama ‘08 - Vote for Hope

Faltam duas semanas para a eleição do novo Presidente dos Estados Unidos e todas as sondagens dão a vitória ao Senador Obama. “Vote for Hope” representa mais uma manifestação de apoio a este afro-americano. Escrito por M.C. Yogi e produzido por Robin Livingston, o vídeo foi criado na “Ursa Minor Arts and Media” em San Rafael, Califórnia. O Chefe de Animação é James Curtis. Ao longo de toda a campanha, não visualizei um único vídeo, uma imagem artística ou outra coisa qualquer por parte dos apoiantes do Senador McCain. Certamente que existêm alguns trabalhos nesta área, mas não foram capazes de acompanhar ou superiorizar todos aqueles que foram  produzidos pelos apoiantes de Obama. Será que os apoiantes de McCain têm acesso à internet? Estão todos no Alasca? Não é assim que se conquista a juventude…digo eu.